
O número de pacientes alérgicos ao látex foi aumentando ao longo dos últimos anos. A maioria dos casos de alergia ao látex produz-se em grupos de risco definidos que incluem os trabalhadores sanitários, operários de fábricas de látex, crianças com espinha bífida e anomalias urogenitais, pacientes com múltiplas intervenções cirúrgicas, trabalhadores da hotelaria, alimentação ou cabeleireiros, antecedentes de atopia e alergia a frutas tropicais. O único factor de risco comum é a exposição ao produto, o que parece ser um factor determinante para o desenvolvimento desta alergia.
As manifestações clínicas da alergia ao látex são múltiplas, observando-se dermatite de contacto, urticária, eczema, conjuntivite, rinite, asma e anafilaxia. O grau de exposição e a atopia parecem ser determinantes para o desenvolvimento da alergia. A principal luta dos afectados é conseguir que todos os objectos que contenham este material estejam claramente identificados e ter a garantia de uma assistência de saúde segura.
E imprescindível dispor de métodos fiáveis de diagnóstico que confirmem a história clínica do paciente e permitam adoptar medidas de prevenção oportunas.

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